Comentário sobre o filme "Guardiões da Galáxia Vol. 2"
Está
notando aqui que nunca mais comentei de filme nenhum, e olhe que assistir
vários filmes recentemente rsrsrsrs. Pois então, hoje vou comentar sobre o
ultimo que assistir nos cinemas, “Guardiões da Galáxia Vol. 2”.
Bem
o filme é uma continuação do “Guardiões da Galáxia” (é logico né?) Que foi onde
eles ficaram conhecidos como os guardiões, só que nesse volume 2 eles viajam ao
longo do cosmo e lutam para manter essa nova família unida. Enquanto isso
tentam desvendar os mistérios da verdadeira paternidade de Peter Quill.
Bem
eu achei o filme superengraçado do início ao fim, a Marvel conseguir ter essa
proeza de ter filmes de super-herói com cenas de comedia e conteúdo “serio”.
Bem quando vi os trailers achava que ia ser froids o filme que teria muita
porrada e tudo mais, que apareceria uma joia, e que o vilão principal não seria
realmente o pai dele seria outro para ligar mais com “Vingadores: Guerra
Infinita Part. 1”.
Só
que não foi muito assim, tem a pancadaria toda das batalhas que achei muito bem
feita cada cena, cada coisa fantasiosa com aquele ar de “realidade” rsrsrs e o
filme já começa muito froids com uma batalha show de bola ao mesmo tempo que
linda e hilária com o fofo do Groot baby rsrsrsrs e uma trilha sonora dos anos
80 para ajudar. Partindo um pouco mais, tem a cena do “roubo” que aí imagino o
vilão vai ser o cara que vai querer pegar os cristais e algo envolvendo a Nebula,
irmã de Gamora, mais não o vilão é realmente o pai e Peter.
O
filme tem uma trilha sonora de respeito que a primeiro momento você pode não
conhecer ou nem ligar com o momento, mais que na realidade todas praticamente
tiveram encaixadas perfeitamente em cada momento, tornando o filme ainda mais
froids. Outra coisa que o filme passa bastante é a questão da família que os
guardiões acabaram criando e que estão em fase “adaptação” pois tem que saber
aceitar o perfil doido de cada um na equipe. Tem a questão também do
relacionamento de pai e filho, a descoberta de ter um pai ainda vivo e totalmente
desconhecido e querer resposta do porquê desse “abandono”.
Muitas
vezes pensamos que é só um filme de ficção cientifica que não tem nenhum
conteúdo para nos fazer refletir no dia-a-dia, mais não foi bem por aí que os
filme nos levou, só você reparar bem e parar para pensar vai percebe que temos
essas discussões de aceitação do indivíduo como ele é bem complicada. Com o
tempo vamos fazendo novas amizades que acaba nos tornando família e temos que
saber lidar com as diferentes personalidades que cada um tem. E conseguimos ver
até mesmo casos de filhos que procurar o pai uma vida inteira e acabam se
iludindo por ter uma expectativa sobre o “desconhecido” pai que acaba se
decepcionado quando conhece sua real natureza.
Outra
situação que podemos ver é na questão das escolhas que fazemos, de como ela
pode afetar outras pessoas, que foi tratado com o personagem Yondu (Michael
Ropker) e na relação entre Gamora (Zoe Saldana) e Nebula (Karen Gillan) que são
irmãs e que viviam brigando para satisfazer desejos do pai Thanos, que por
Gamora sempre vencer as batalhas o pai, Thanos castigava Nebula tirando partes
do deu corpo para faze-la forte que nem a irmã deixando praticamente uma máquina,
que acabou virando traumas que poderia ter sido evitado com pequenas escolhas
feitas por Gamora.
O
filme acaba também explicando fatos ocorridos no primeiro filme, como o fator
do porquê Peter ter conseguido segurar na mão uma gema do poder. Mais o melhor
de tudo mesmo é que eles conseguiram fazer em momentos sérios ter seu lado
engraçado, divertido, tirando um tedio que poderia ter no filme. Outra coisa
que podemos destacar é a questão da qualidade de imagem do filme que é enorme,
os efeitos visuais impecáveis, a qualidade sonora como já tinha dito foi muito
bem selecionada e encaixada nas cenas.
Falando
em vilão, gostei da atuação de Kurt Russell como Ego o pai de Peter, um deus um
tanto bipolar vamos assim dizer, que mata filhos só para seguir com seus planos
de poder. Gostei também da aparição de Sylvestre Stallone fazendo o papel de
Stakar Ogord, que aliás é um dos primeiros guardiões. Yondu outro personagem de
destaque que se saiu muito bem.
E
o que falar da fofura que é Groot nesse filme rsrsrs sensacional, amei começar
a primeira batalha com ele rsrsrsrs estou doido para comprar o bonequinho dele.
E o que falar de Drax e Mantis rsrsrsrs muito louco a lerdeza de um e
ingenuidade do outro, achava que ela ia morrer real rsrsrsrs Drax ganhou mais
espaço e veio lotado de falas cômicas.
Não
sei porque mais achei o motivo do vilão meio fraco para ser o vilão principal
do filme, não sei se é porque não esperar Ego como principal ou porque não foi
essas coisas mesmo. Mais gostei da atuação de Kurt Russell, da
interação/dialogo que acabou tento entre os personagens, Peter e Ego, Gamora e
Peter, Rocket e Yondu que envolveu Peter, Gamora e Nebula, Drax e Mantis e até
mesmo de como eles tratam Groot rsrsrsrs.
Enfim
me prolonguei muito, mais digo vão assistir ao filme, está muito bom as
imagens, os efeitos visuais, a qualidade da trilha sonora, o roteiro também
está ótimo cheio de referências, morri na parte do “Pac Man” muito show e fora
que você vai da muita risada rsrsrs Lembrei de ficar até o fim do fim, pois tem
cinco cenas pôs créditos bem legais que dá dicas do próximo filme e de
Vingadores. Fora a evolução de Groot. Em uma nota de zero a dez dou a nota oito
para o longa, pois conseguiu me prender em suas duas horas e dezesseis minutos de filme.







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